SBPC Jovem

SBPC Jovem: Técnico-CientíficaMostra de professores | Feira de Ciências (nacional) | Feira de Ciências (estadual) 

As atividades da SBPC Jovem são destinadas a estudantes e professores do ensino básico e a todos os amigos da ciência, com atrações para todas as idades. Realizada desde 1993, o objetivo é promover o contato de crianças e jovens com o conhecimento científico e os pesquisadores, para despertar o interesse pela ciência, tecnologia e inovação.

Organizada pela UFRPE em parceria com outras instituições locais, a SBPC Jovem contará com uma programação diária e gratuita, com exposições, mostras interativas, museus itinerantes, oficinas e muitas outras atividades.

Os editais foram divulgados na página: https://sbpc.ufrpe.br/0/editais

Contato: sbpc.jovem2025@ufrpe.br

Veja também:
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Mascote da SBPC Jovem: Gui

 A comunidade universitária da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) escolheu a mascote da SBPC Jovem da 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que acontecerá entre os dias 13 e 19 de julho, em Recife. A eleição contou com a participação de mais de 1.600 pessoas, entre servidores e estudantes, e vencedor recebeu 835 votos (51,6%).

Batizada de Gui, a mascote é um macaco sagui paramentado com o traje típico do “Caboclo de Lança”, uma criação do servidor técnico-administrativo da UFRPE, Thyago Silva Lacerda.

Ele conta que o sagui é um visitante frequente no campus da UFRPE. “É comum vermos famílias inteiras deles cruzando o campus, o que é sempre um momento agradável”, diz. Lacerda também destaca o estigma enfrentado pela espécie: “Em determinado período, circularam notícias associando esses primatas a doenças, o que gerou ataques e abates arbitrários. Isso causou um grande impacto ambiental. Então, quis trazer o sagui como um símbolo lúdico e resgatar sua importância na fauna local.”

O traje do “Caboclo de Lança” homenageia uma figura tradicional do folclore pernambucano, símbolo da resistência afro-indígena. “Ele é um personagem simbólico, um guerreiro do Maracatu, que carrega a força e a ancestralidade dos povos indígenas e africanos. É um emblema da cultura pernambucana. Preservar essa cultura é também preservar o conhecimento”, destaca.

O servidor conta que contou com o apoio de vários amigos na criação da mascote, o que permitiu um trabalho cuidadoso na elaboração da ilustração e na escolha das cores. Sobre o nome, Lacerda explica que é uma homenagem a um amigo muito querido. “Conheci um cara muito alto astral chamado Guilherme, o Gui. Quando terminei o rostinho da mascote, me lembrei dele na hora. Então pensei: ele pode ser o Sagui Gui”, conclui.